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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Pai e filho


Pequena trajetória da simplicidade do amor, companheirismo, respeito entre um pai e um filho, do nascimento aos dias atuais...

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Paralelo

Estranhos mundos
Pensando nas terríveis e sangrentas batalhas dos tempos que não havia a tecnologia atual, onde o combate se dava no corpo a corpo,





pobres soldados inocentes de ambos os lados,
em um ódio tremendo, mortal, matando-se uns aos outros em nome de suas nações, que os colocaram nesse terror.

Inocentes vidas, vítimas da ambição de alguns que se aclamaram reis, em função de invasão de reinos, outros por dinastia e colocam seu povo, seus súditos a se baterem dando suas vidas em sacrifício, a fim de manter o status-quo de sua nação.

Em nossos dias o embate se da nos gabinetes políticos, onde governantes colocados por seu povo os traem, usufruindo para si da riqueza das nações que são produzidas por seu povo, deixando-os a míngua, na miséria como nas antigas e sangrentas guerras.

Nada mudou em nossa pobre humanidade, tudo em nome do poder, do mais forte, do que engana mais e o povo continua sem evoluir, apenas alguns poucos indivíduos saem da indolência, pensando e agindo por suas cabeças, infelizmente são tão poucos e não tem forças suficientes para fazerem a mudança, para que as massas entendam que tudo podem e continuam nesse sistema de coisas feito manada.

sábado, 11 de novembro de 2017

Vadiar

Vadiando
Vadiar, andar por ai a vadiar
sem nada  importar,
sem pensar no ontem,




Menos ainda no amanhã
vadiar até saciar,
Deixar a vida passar,
Sem se importar com nada,
Vadiar, apenas vadiar,
Não importa em qual lugar,
Vadiar apenas, 
Curtir a chuva, o sol, as estrelas
a presença da vida
que é única,
Então vadiar e vadiar.

domingo, 22 de outubro de 2017

Maluquice

Lixo até nas plantas
Coisa maluca, gente maluca,
Lixo por todo lado,
Povo? é esse que faz a democracia?



Com toda imundície que faz,
nas ruas, nos lares, nos bares,
por onde andam,
Não pensam por suas cabeças,
São como manada,
Um grita e todos relincham,
Nada os satisfaz,
Vivem na ganancia, na preguiça,
Querem tudo a cair do céu feito maná,
O planeta não aguenta mais ser sugado,
Retribuirá, 
Depois dizem é o fim dos tempos,
Viver com o suficiente jamais,
É preciso ostentar, esbanjar,
cada um mais que o outro,
E nessa batida, na lida diária,
vem a cobrança de tanta ganancia,
Poucos escapam,
e são tratados como escória,
Quando na realidade
a escória é o outro...

Cruel

Vendo a vida passar
Chegamos a este planeta, nele vivemos algum tempo e temos que morrer,





Todo ser vivente vive apenas para morrer,
Não compreendo essa lógica das coisas,
É um correr sem tempo na busca de não sei que,
Para não sei que, e tudo acaba no nada,
Acorda, levanta, corre na luta da vida,
Dorme, acorda, levanta e tudo de novo,
Passam minutos, dias, horas, meses, anos e anos,
Sempre na mesma batida, dorme, acorda, levanta, vai a luta,
Chegamos solitários, pelados, sem de nada saber,
Corremos o tempo todo na busca de coisas,
Partimos solitários, sem coisas, sem nada,
Complicado de entender o sentido disso tudo,
Chegar e partir,
Esse é o destino do ser vivente...

Cão Vadio

Cão Vadio
Dentro de meu ser existe um cachorro vira latas,
Quando bebê, bem fofinho acreditou num mundo perfeito,



Com o tempo as bordoadas e o rabinho entre as pernas,
Vai crescendo, fazendo danações e mais bordoadas,
O rabinho entre as pernas,
E festejando com lambe, lambe a mão que da bordoada,
Abanando o rabinho para o maltrato,
Imaginando ser a vida assim mesmo,
Encontra um benfeitor que dá carinho, amizade,
em seguida o abandono,
Ai vira cão vadio,
Com os vadios também abandonados,
Com o passar do tempo que nada perdoa,
Os vadios abandonados partiram um a um,
e agora,
É seguir feito cão vadio,
E quando enxerga um conterrâneo na rua,
Se desespera abanando o rabinho e querendo levar pra casa,
Não suporta ver o abandono dos seus,
Sai correndo, fica deprê, por nada poder fazer
a não se abanar o rabinho,
Quando o viralatinha interno percebe que vai passear,
Fica todo faceiro abanando o rabinho,
Até a deprê vai embora, entra em êxtase
Sai lampeiro por ai a passear,
esquece até o abandono, rebola de prazer,
Até voltar para a toca, com o rabinho entre as pernas,
e perceber que nada mudou,
Então deita o esqueleto e tenta o repouso,
até um novo dia...

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Mediocridade Contemporanea

Sonho de consumo
Vejo em nossos dias pessoas completamente destituídas de inteligencia, conhecimento, 


alienadas mesmo, tentando se passar por grande coisa, aderem a tudo que é modismo sem se interessar se é saudável ou nocivo a suas vidas.


Vivem em bandos tentando cada um ser melhor que o outro, tudo copiam, querem ter os melhores equipamentos tecnológicos sem usar das suas competências para melhoria de vida, apenas os ostentam se alienando cada vez mais, querendo ainda mais e julgando quem assim não procede desprovido de cérebro.


Triste realidade de nossos dias, onde a comunicação se tornou banal, creem em qualquer coisa que apareça em seus aparelhinhos, não buscam a verdadeira fonte das informações e assim as mentiras se proliferam se tornando verdades absolutas.


Vida virtual, tão banal, vida real tão rica, mas as preferencias são pela vida virtual em detrimento dos horizontes infindos, infinitos da vida real.