Pesquisar neste blogue

domingo, 21 de maio de 2017

Trinta anos

E a traição
Á trinta anos pisei meus pés nesta terra Cuiabá,
Á trinta anos imaginei que a felicidade fosse possível,
À trinta anos fiquei sem carreira, sem família, sem amizades,




Por imaginar que o amor pudesse existir,
Mas era mentira, tudo mentira,
Era apenas um desequilibrado, psicopata
que sente prazer em conquistar e quando consegue,
não há mais interesse algum,
E sem nenhum remorso destrói a vida da companheira,
E segue impune seu caminho,
Deixando pra traz o rastro da destruição,
destruiu minha vida por um capricho,
Se apoiou e me derrubou,
Ainda catando os cacos,
Hoje a ansiedade, o medo fazem parte de minha rotina,
A sensação que tudo possa se repetir,
Faz com me afaste de tudo e de todos,
Quero ficar quietinha em meu canto,
Sem chamar atenção de ninguém,
No meu sentimento ninguém mais é sincero,
Tudo são jogos de interesses,
E nunca mais quero fazer parte disso
É terrível a solidão,
Mas imaginar que tudo possa ocorrer outra vez,
Faz meu ser ficar feliz,
Basta ter saúde, sossego,
O resto é ilusão,
21 de maio 1987, e estava entrando nessa cidade,
onde hoje sou prisioneira das circunstancias,
Se pudesse ter um vislumbre,
do que seria minha vida aqui,
De bom grado teria largado marido
e ficado quietinha em minha terra,
Hoje é preciso viver do jeito que dá...

1 comentário:

  1. 14/06/1985 à 32 anos a festa foi só nossa e a promessa de uma vida de felicidade, só nossa, regada a champanhe, bolo e muito amor, mas era tudo mentira...

    ResponderEliminar